Refletido sobre o texto “O modelo dos modelos“
percebe-se que o personagem estabelece regras. Primeiro constrói na mente o
modelo perfeito, lógico e possível. Segundo verifica se o modelo se adapta aos
casos práticos observáveis na experiência. Terceiro introduz as correções
necessárias para que modelo e realidade igualem-se. Essas regras remete-nos a
refletir enquanto professor do AEE, nos seguintes aspectos: primeiramente
despertar na sociedade mais interesse e comprometimento pela inclusão de
crianças com necessidades especiais educativas na escola comum ou seja, com uma
deficiência física intelectual ou outras. De forma a respeitar seus
limites e valorizar suas potencialidades percebendo as suas necessidades
educativas, procurado compreender o todo dando mais ênfase ao que o aluno
pode oferecer do que o quanto a deficiência possa prejudicá-lo vendo-a como
apenas um comprometimento que exige um olhar diferenciado, entendendo que não
basta receber o aluno seguindo um modelo social ou simplesmente cumprindo uma lei,
mas sim oferecer condições de acesso ao conhecimento com aprendizagem
significativas. E relaciono também os pensamentos do Senhor Palomar aos
desafios enfrentado pelo o professor do (AEE)
Atendimento Educacional Especializado, constantemente no contexto
escolar, que se inicia a partir da matricula do educando e se estende a
todo o seu processo de aprendizagem no seu percurso escolar enquanto permanecer
na instituição a qual foi matriculado e em muitos casos preocupando-se até
mesmo quando já remanejado a outra instituição do mesmo município ou de outro.
Ainda com relação ao Atendimento Educacional Especializado e o texto "o
modelo dos modelos" faço outra reflexão relacionada ao
acompanhamento do aluno ao qual estabelecemos forte vínculo de afeto, compromisso
e fidelidade que percorre todo o seu processo de inclusão, que para compreender
esse processo torna-se necessário conhecer o aluno, sua origem e grau de
comprometimentos que interfere de forma negativa nos avanços em seu percurso de
escolarização. Na primeira análise faço uma reflexão de forma mais ampla e
abrangente, voltado ao individuo em observação, família instituição de
ensino e sociedade. Embora o texto aponte outra direção que também relaciono
as funções especificas do professor do AEE quando esquematizamos as etapas que
percorremos até a reestruturação do plano de AEE. Assim como o senhor Palomar
desenvolveu em sua mente um modelo sistematizado partindo de princípios e
baseando-se em regras, o professor da SRM desenvolve o seu trabalho com base em
princípios, conhecimentos, metas, objetivos e regras, teoria e prática, pilares
que dão suporte a proposição do estudo de caso, propor o plano de AEE e
consequentemente avaliar e reestruturar com equilíbrio caso seja
necessário .Na elaboração do estudo de caso exige que o professor tenha
construído o perfil do aluno através de observações e registros onde
identificamos os entraves enfrentado por ele no contexto familiar, escolar e
social e dificuldades ocasionada pelo comprometimento provindo da sua
deficiência que afeta o seu processo de aprendizagem propondo soluções
possíveis e reais com flexibilidade as mudanças que
favoreça a construção do conhecimento exigido na série em curso. Vale salientar
que todas as etapas mencionadas são de suma importância pois acredito que as
informações consistente contidas no estudo de caso proporcionará um plano
de AEE bem estruturado em que cada detalhes deve ser condicionado pelo o outro
contendo coerência e flexibilidades para alterações futuras onde teoria e
pratica se completam.
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